Sétimo livro do autor e defensor da literatura periférica. Traz quase 200 páginas de contos e prosas. Alguns inspirados em fatos reais e todos com compromisso de mostrar a versão, dos que fizeram acreditar que não tinham versão.
Brasil de Fato – Qual sua intenção com o livro Literatura, pão e poesia?
Sérgio Vaz – É uma [expressão da minha] relação cotidiana com o meu bairro e com as pessoas que eu convivo. [A ideia é] levar um pouco de literatura, falando dessas pessoas, que eu conheço muito bem. É um livro da Global Editora, que faz parte da coleção Literatura Periférica. A ideia sempre foi escrever sobre meu cotidiano. Eu me considero um cronista do meu bairro. Então escrevo sobre o lugar onde vivo. Não acho que eu seja um escritor universal, escrevo sobre o que eu vejo na minha realidade.
https://www.brasildefato.com.br/node/7186/
Ano: 2011
Editora: Literatura Periférica
(Foto Ilustrativa)

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